Conceituação: A Pessoa, a Família, a Igreja, a Natureza e as autoridades constituídas.
Base Bíblica:
- Jo 12.12 – Entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.
- Jo 12.20 – Os gregos querem conhecer a Jesus.
- Jo 12.37 – A incredulidade dos religiosos.
- Jo 13.1 – Demonstração de humildade.
- Jo 13.21 – Revelação do traidor
- Jo 13.31 – O Novo Mandamento.
- Jo 13.36 – Pedro é avisado.
- Jo 14.1 – Jesus conforta os discípulos.
- Jo 14.16 – Jesus promete o Consolador.
- Jo 15.1 – A Videira e os Ramos.
- Jo 16.1 – A Missão do Consolador.
- Jo 16.25 – A despedida de Jesus.
- Jo 17.1 – A Oração Sacerdotal de Jesus.
- Jo 18.1 – O Julgamento de Jesus.
- Jo 19.17 – A Crucificação de Jesus.
- Jo 19.38 – Sepultamento de Jesus.
- Jo 20.1 – A ressurreição de Jesus.
- Jo 20.30 – O Objetivo do Evangelho de Jesus.
- Jo 21.1 – Últimas aparições de Jesus e contatos de Jesus.
- Jo 21.23 – O testemunho de João. A finalização.Lições Preciosas:
- João dedica oito capítulos para registrar a última semana do Ministério de Jesus Cristo.
- Jesus entra em Jerusalém vindo de Betânia – da casa de Lázaro. Era páscoa em Jerusalém.
- Os gregos quiseram conhecer Jesus. Os romanos queriam se livrar de Jesus
- O povo quer um protetor, que fosse um rei para libertar Israel do Imperador Romano. (Hosana)
- O povo recebe Jesus e o aclama como rei. Mas ninguém se envolveu com Ele.
- Os religiosos demonstraram incredulidade, dureza de coração, raiva, rancor e o condenaram.
- Jesus reforça a fé dos discípulos, ensinando, orando, demonstrando, avisando e protegendo.
- Jesus promete o Consolador, prepara os discípulos para os fatos, faz sua despedida.
- Os discípulos negaram e fugiram. Ninguém o ajudou. Foi acusado, processado, julgado, condenado e executado. Com requinte de maldade foi tratado.
- O céu parou, a natureza chorou, a terra rachou, o povo sumiu a sepultura se abriu. Morreu o Criador.Atualidade:
- Deus tem conservado a sua Palavra para nos lembrar dos fatos que provam o quanto Ele nos ama.
- Jesus se esforçou e foi em busca do pecador enfrentando todos os perigos, dificuldades, barreiras e desafios, sofreu a maldade, a dor, o desprezo, o descaso, o abandono e a traição.
- Foi encontrado por estrangeiros, vindos do mundo inteiro. Ensinou-lhes sabedoria, paz, amor e perdão.
- A multidão quer um patrão que lhe pão e proteção, mas rejeita a salvação, com dureza de coração.
- Um dia aplaude e elogia, no outro com toda bravata crucifica e mata. Mataram o autor da vida.
- Religiosidade conveniente é muito diferente da proposta do Senhor feita com amor.
- É fácil negar e fugir basta a provação surgir. Com desamor abandona o sofredor. Desamparado morre calado o autor do Amor. Quanta dureza de coração, insensibilidade e frieza. Olhando a crucificação e o choro da natureza. Raios, trovões, escuridão. Espanto, choro, desespero e medo. Todos choram pelo que fez
- O céu chorou e a natureza também. Só a humanidade comemorou com desprezo e desdém.
- Comparando lá e cá, olhando dentro da gente, fazemos as mesmas coisas de maneira diferente.
- Aceitando o Consolador, entendemos os fatos que causaram horror, percebemos o amor do Salvador.
Conclusão:
Quem ama a sua vida, perdê-la-á; e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna. (Jo 12:25)
Se alguém me quiser servir, siga-me; e onde eu estiver, ali estará também o meu servo; se alguém me servir, o Pai o honrará. (Jo 12:26)